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  • Você não tem conta no Facebook? Cuidado, pois isso já pode ser considerado muito estranho
















    O Facebook já é algo que faz parte da vida das pessoas. Como há quase um bilhão de contas cadastradas por lá, boa parte da população mundial conectada à internet costuma conduzir grande parte das suas relações sociais por meio do site. O fato é que, hoje em dia, é considerado estranho uma pessoa não ter perfil no serviço.

    E isso já pode ser percebido em vários lugares. A Forbes e o Daily Mail, por exemplo, trazem matérias que mostram como algumas companhias passaram a se mostrar muito receosas na hora de contratar candidatos que não estão cadastrados na rede social.
    Segundo os recrutadores, se uma pessoa escolhe ficar de fora do Facebook, é porque ela tem algum problema, seja uma grave dificuldade de relacionamento com as outras pessoas ou até mesmo porque a sua vida é tão complicada que não pode ser exposta em um site do gênero.

    Namoros sem confiança?

    Se não conseguir emprego por não ter conta no Facebook já é algo que pode deixar você preocupado, que tal descobrir que a sua nova namorada (que também não usa a rede social) não é de confiança? De acordo com o site Slate, quando uma pessoa não tem uma página no site, isso pode significar um grande risco ao relacionamento.
    Segundo a matéria, se ela não se expõe, provavelmente é porque há algo de errado: ela (ou ele) pode ter mentido sobre algum fato para você ou então pode estar escondendo detalhes que você não pode saber — o que se aplicaria somente às pessoas mais jovens e cujas gerações praticamente cresceram utilizando as redes sociais.

    Psicopatas em potencial

    A publicação alemã Der Taggspiegel vai ainda mais longe. Em sua reportagem, a revista busca traçar uma relação entre o comportamento de alguns psicopatas e a falta de uma "forte" presença online de alguns assassinos. O site cita o americano James Holmes e o norueguês Anders Behring Breivik como exemplos.
    James Holmes não usava o Facebook. Sinal de um psicopata? (Fonte da imagem: Reprodução/Terra)
    Os dois têm duas coisas em comum: mataram uma grande quantidade de pessoas inocentes em ataques praticamente inexplicáveis e ambos não tinham perfis no Facebook. Com isso, o Der Taggspiegel dá a entender que não contar com um cadastro na rede social é o primeiro indicio de que alguém pode ser um psicopata em potencial.
    Assim, no artigo, o psicólogo Christopher Moeller diz que ter uma conta na página pode ser considerado uma espécie de “atestado de sanidade”, pois isso, teoricamente, provaria que a pessoa tem relações normais com outros indivíduos.



    7 pessoas que poderiam voltar dos mortos para se defender da má fama que ganharam


    Se quando você não está por perto, as pessoas já distorcem o que você diz (exemplo rápido: você diz “Eu gosto de Elton John” e as pessoas comentam “eu vi o fulano saindo da boate gay ontem a noite”), imagina, depois que você morrer, as barbaridades que vão dizer sobre você. Uma coisa sábia a se fazer, neste sentido, é procurar chamar o mínimo de atenção em vida, se esforçar para ser um renomado zé ninguém, e assim não despertar a curiosidade de ninguém nos anos seguintes. Outra sugestão é levantar da tumba e chamar uma coletiva de imprensa para esclarecer algumas coisas. O Puxa Cachorra! listou sete sujeitos famosos que merecem um direito de resposta.

    #7 Platão

    Como ficou conhecido: como o cara que criou a expressão “amor platônico”, que, basicamente, serve para designar qualquer coisa que um menininho de 1ª. série sinta pela professora ou a obsessão de algumas tias por atores de novela.
    Se voltasse, Platão poderia esclarecer, em primeiro lugar, que por mais vaidosos que os gregos antigos fossem, ele não teria a cara de pau de inventar uma expressão com o próprio nome. Mas, além disso, ele devia mesmo explicar que “amor platônico” não é ninguém que você não vai pegar jamais, mas sim a união mental entre dois homens de túnica azul clara na Grécia Antiga. Eu não acho que as pessoas iam gostar muito do Platão, se ele voltasse.
    Apesar da imagem, Platão não tinha um coração de pedra (tum dum dum tssss!)
    E, aproveitando o momento, a gente poderia perguntar por que paçocas ele deu o nome de “Diálogos” para um livro em que só o tagarela do Sócrates fica falando, enquanto as outras pessoas só sabem balançar a cabeça e dizer “claro, senhor Sócrates”, “com certeza”, “como o senhor tem a barba bem cuidada, senhor Sócrates”.

    #6 Nicolau Maquiavel

    Como ficou conhecido: como o cara que escreveu O Príncipe e disse a frase “Os fins justificam os meios”
    Assim como Ronaldo, Maquiavel estava fora de forma no final da carreira.
    Se voltasse, Maquiavel podia meter um processo em todo mundo, porque ele JAMAIS escreveu que os fins justificam os meios. Aliás, qualquer juiz professor da Unip daria ganho de causa para um sujeito que, além de mal-citado, ainda serviu de modelo para um adjetivo que, entre outras coisas, é usado para denominar bruxas de contos de fadas. O pobre do Maquiavel escreveu uma obra fundamental sobre a organização do estado, mas por quase 500 anos, as pessoas acham que ele escreveu mesmo um livro sobre como passar a perna nos outros.
    E, aproveitando o momento, ele podia explicar também que “príncipe” vem de “principal”, não de “marido da princesa”.

    Bilionário russo pretende propiciar a imortalidade humana a partir de 2045

    Um magnata russo está planejando alcançar a imortalidade cibernética dentro dos próximos 33 anos. A ideia é muito mais séria do que pode parecer à primeira vista, tanto é que o multimilionário do país da vodka já tem uma equipe inteira de profissionais trabalhando no desenvolvimento de unidades holográficas funcionais com capacidade de carregar um cérebro artificial humano. Agora, o russo está tentando reunir mais bilionários ao redor do mundo interessados em colaborar financeiramente com o intento.
    O homem por trás do projeto “2045 Initiative” — descrita como uma organização sem fins lucrativos — é Dmitry Itskov. A lista de metas e prazos que o russo estipulou para o desenvolvimento da obra é um tanto ambiciosa. Segundo a imagem acima, divulgada no site oficial do projeto, as ações preteridas são as seguintes:
    • Até 2020: a criação, com sucesso, de um avatar para o qual um cérebro humano possa ser transplantado.
    • Até 2025: conseguir transplantar com sucesso o cérebro de uma pessoa no final da vida para o avatar.
    • Até 2030: criar um cérebro artificial.
    • Até 2035: conseguir, com sucesso, transplantar o cérebro artificial para o avatar.
    • Até 2040: a criação de um corpo holográfico.
    • Até 2045: finalmente transplantar o cérebro artificial humano para o avatar holográfico, representando o ser imortal.
    No entanto, o conceituado engenheiro Dario Borghino, da Polytechnic University of Turin, alertou a ideia do projeto para o fato que, em muitas vezes, as tecnologias mais improváveis se tornam mais fáceis de serem aceitas quando olhamos para um futuro distante. Contudo, se pensarmos com racionalidade, 2045 não está tão longe assim... “Então, qual a probabilidade de um projeto desse ter sucesso?”.
    Cá com meus botões, concordo com Borghino. E você, o que acha?
    Fonte: Discovery News


    Hellboy realiza sonho de garoto com câncer

    A Fundação Make-A-Wish, que trabalha na realização dos sonhos de crianças com câncer, uniu-se com o estúdio de efeitos especiais Spectral Motion, que trabalhou em filmes como O Quarteto Fantástico, X-Men e Hellboy, para realizar o sonho de um garoto chamado Zachary, de apenas seis anos de idade. O sonho de Zachary era nada mais, nada menos do que conhecer o verdadeiro Hellboy e também tornar-se o próprio.
    Para concretizar o desejo do garoto, o próprio Ron Perlman, ator que interpretou o Hellboy nos filmes, se dispôs a tornar-se o personagem mais uma vez, com roupa e maquiagem completa. A fundação disse que Ron adorou a ideia de interpretar o Hellboy novamente por uma causa tão nobre como essa e ainda encomendou lanches, batatas fritas e milk shakes em tamanho gigante para o encontro com o garoto e sua família. No final do dia, Zachary foi maquiado por Lufeng Qu e Neil Winn igual ao Hellboy, fechando seu dia de sonho com chave de ouro.

    Como estimular a leitura dos jovens? Dando livros censurados e proibidos

    Um projeto americano quer mostrar que a ideia manjada da tentação pelo que não é permitido também funciona com literatura.
    Diga o seguinte a uma criança pobre, com poucas perspectivas e quase nenhuma vontade e estímulo de qualquer contato com literatura: “Que tal ler uma das melhores obras do século 20?”.
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    Dificilmente terá sucesso. Agora tente dizer: “Esse livro foi proibido porque tem um tiquinho assim de sacanagem.”
    É com essa ideia simples que o projeto The Uprise Books pretende levar grandes livros a jovens e crianças carentes: em vez de dizer que O Grande Gatsby é o livro definidor da década de 1920, da era do jazz e blábláblá, dizer que ele foi polêmico, fala de festas, bebedeiras e, sim, é legal.
    Basta os estudantes acessarem o site, buscar por livros que foram banidos (ou que motivaram pedidos de proibição nas prateleiras) e fazer o pedido, que é entregue de graça.
    (crédito da imagem: See-ming Lee)

    Labdoo: rede social facilita doações de laptops para inclusão digital de crianças

    Qual a distância entre um laptop usado e uma criança? Com esta pergunta, a ONG virtualLabdoo estimula a doação de computadores antigos para escolas de diversos países que atendem pessoas carentes. Seu trabalho é facilitar a equação: doação + manutenção + armazenamento + envio.
    Todas as etapas dependem de voluntários não remunerados. Você pode se prontificar a doar um aparelho, instalar um pacote de programas educativos – de fonte aberta, disponível no site da Labdoo-, guardar arrecadações (na sala de casa, da universidade ou do escritório) e transportá-las em viagens pessoais. Basta se cadastrar nesta rede.
    Conectando doadores de laptops, programadores (profissionais ou amadores), viajantes bem dispostos e escolas, a Labdoo reduz o tempo de obsolescência dos produtos e contribui para amelhoria da educação e a diminuição da exclusão digital, inclusive de outros países. Não é uma boa ideia?
    Por enquanto, foram doados 684 computadores, mas alguns ainda precisam ser transportados. Cadastraram-se na rede 21 centros de doação e 43 instituições educacionais -entre elas, uma brasileira: Associação Novo Horizonte, no Ceará – de 51 países. Para aumentar a participação do Brasil é só se cadastrar como doador ou voluntário!
    Que tal participar desta corrente de reciclagem pela educação?

    Via Super

    A internet está nos dividindo

    Você estudou a globalização na escola – e sabe que a internet é responsável por boa parte das mudanças das sociedades neste sentido. Mas, o que a web uniu a web 2.0 pode separar. Aliás, isso já está acontecendo, de algumas maneiras. Confira aqui formas com que a internet está nos dividindo:
    1. Algoritmos fazem com que você só conheça gente com as mesmas opiniões que você:
    Você sabia que o Facebook filtra o que seus amigos dizem com base no quanto você concorda com eles? Não, não é uma teoria da conspiração. A gente explica. Um algoritmo do Facebook é capaz de alterar a ordem das postagens que aparecem em sua timeline. Afinal, você já deve ter percebido que elas não aparecem em uma cronologicamente. O criterio que ele usa são suas preferências, de acordo com sua atividade na rede.
    Você dá muitos “curtir” em postagens de páginas humorísticas? São elas que vão aparecer em primeiro lugar. Compartilha postagens de amigos que falam sobre política? O Facebook vai entender que você está a fim de ver esse tipo de conteúdo.
    Mas o que há de errado com isso? Afinal, você está moldando a sua rede de acordo com suas próprias preferências.
    O fato é que, se hoje você tem opiniões diferentes do que tinha quando criança é por que entrou em contato com pessoas e ideias diferentes. Ao filtrar o que aparece em sua timeline, o Facebook impede que você, eventualmente, leia um post que pode te apresentar alguma novidade. Um especialista chamado Eli Pariser chama esse fenômeno de “o filtro bolha” e as implicações que ele aponta são bem sinistras. Afinal, imagine ficar preso na mesma rede antiga de conhecimentos e opiniões?
    2. As formas de discussão online nos encorajam a ser mais negativos
    Temos um desafio para você. Entre em algum site com espaço para comentários que seja bem acessado, com artigos polêmicos. Lá você vai encontrar alguns tipos diferentes de pessoas. Vai ter gente concordando com o artigo, expondo suas opiniões. Vai ter gente que não concorda com o artigo e diz por que. E vão existir os trolls, que estão lá para “causar”. Quem recebe a atenção do moderador do site e respostas dos outros usuários? Quem expõe suas opiniões de forma coerente ou o troll?
    Pois é, na internet temos o costume de só dar atenção a pontos negativos. Se você participa de um fórum sobre Star Wars no Facebook e um hater  posta um tópico sobre o quanto Star Trek é superior, adivinha qual se torna mais lido e comentado? O tópico interessante sobre o Darth Vader ou a polêmica do troll?
    Achamos que não há tempo de ser legal, afinal, precisamos controlar crises. Mais: não é preciso ser legal com gente que já está fazendo a coisa certa. Mas é aquela mesma história (sobre a qual você tanto reclama) de seu chefe só te chamar para conversar quando você faz alguma coisa errada. Só que nesse ritmo encorajamos mais pessoas bacanas a ter atitudes "troll", para chamar a atenção na rede. 
    E isso não é visto só nessa situação. Quando você faz uma compra na internet, por exemplo, e recebe o produto em dia, bem embalado, em condições perfeitas, para que vai perder seu tempo entrando no site em que comprou e deixando um comentário por lá, ou respondendo a pesquisas de satisfação? Agora se o produto não chega no prazo e vem detonado é a primeira coisa que você faz. Não estamos defendendo nenhuma empresa por aqui, apenas dizendo que só um tipo de opinião acaba sendo divulgada e, portanto, ouvida.
    3. A separação entre os internautas e o resto do mundo
    Não podemos esquecer que, apesar da internet ter contribuído para a globalização, ela não representa o mundo todo. Longe disso. Por exemplo, dois caras discutindo melhorias em políticas sociais na internet equivalem a um grupo de discussão sobre um livro. Como? Estamos criando novas ideias, mas o que surge na internet dificilmente sai dela. Inclusive nossos discursos.
    Você já se pegou dizendo que está “foreveralone” pra alguém que não entendeu a referência? Sua avó, por exemplo? Isso não se limita a gírias usadas online – sua vida e a dela estão tomando formas cada vez mais diferentes.
    E a inclusão digital, onde fica? Está a caminho. Mas, por enquanto, pense na diferença da educação de crianças que podem fazer seus trabalhos de escola online. E veja números – na Etiópia, por exemplo, apenas 1% da população tem acesso à internet. O site “World Internet Usage Statistics”, que atualiza o número de usuários todos os dias, mostra que um terço de nós tem acesso à internet. Isso sem contar que na China, por exemplo, a quantidade de internautas cresce, mas os sites acessados são restringidos pelo governo. Então o quão globalizada é a globalização, realmente?
    Via Cracked divulgação Galileu

    Empresa lança picolé sabor Absinto com Água Sagrada

    Uma sorveteria de Londres criou aquilo que pode ser o sorvete mais pecaminoso do mundo. Batizado de Vice Lolly(Pirulito do Vício), ele é feito de uma combinação de água sagrada com absinto. Como se não bastasse, a publicidade do produto é a imagem de uma freira segurando o picolé...que tem o formato de um revólver.
    Sim, a combinação toda é aquilo que costumam chamar de blasfêmia. A água vem da cidade francesa de Lourdes, onde, em 25 de fevereiro de 1858 uma adolescente teria visto a Virgem Maria em uma fonte da cidade. Desde então, milhares de católicos peregrinam até o local sagrado. A “santa água” é misturada com absinto, bebida destilada que chega a 80% de teor alcoólico e é proibida em diversos países. No Brasil, por exemplo, apenas a versão de 54% pode ser comercializada.
    Mark O´Connor, o homem por trás do esdrúxulo sabor, diz que a pessoa precisa consumir três picolés para sentir os efeitos do álcool. Se a ideia é ficar bêbado, é bom estar de bolso cheio: cada unidade custa 28,5 dólares (aproximadamente 60 reais). O alto preço pode ser explicado pelo valor da água francesa, que não sai por menos de 123 dólares, o litro.
    The Icecreamists, sorveteria responsável pelo lançamento, já havia criado polêmica no passado com o Baby Gaga, sorvete feito de leite humano.
    Para conhecer outros sabores bizarros, acesse o site oficial da Icecreamists
    Via Oddity Central divulgação Galileu

    Pornografia para todos



    vi no Genizah

    Saiba mais em www.just1clickaway.org

    10 séries famosas que se fossem criadas no Brasil teriam outros nomes

    Nome Original | Nome se fosse brasileira































    Lista 10

    Aplicativo de celular pretende substituir cultos religiosos

    Os aplicativos são ferramentas de telefonia móvel que a cada dia ficam mais populares. Qualquer pessoa que use um smartphone pode ter acesso fácil ao painel de controle web para fazer diversas coisas, inclusive ir à igreja. Ou melhor, levar a igreja consigo onde ela estiver.
    O serviço Your Mobile Church é como o nome indica, uma igreja móvel. As pessoas terão a igreja na ponta dos dedos, literalmente, podendo de uma maneira fácil ouvir ou assistir sermões, fazer um pedido de oração, ouvir a leitura diária da Bíblia ou até mesmo enviar seu dízimo ou oferta através de uma mensagem de texto.
    Por um tempo limitado, a empresa está oferecendo o aplicativo para celular gratuitamente, desejando com isso que as igrejas se ofereçam para prover conteúdo. Parte do serviço é o Mopin, uma carteira virtual que permite que os membros da igreja possam facilmente fazer ofertas através de uma simples mensagem de texto, o valor poderá vir na próxima conta do celular ou do cartão de crédito.
    Ao combinar esses serviços de mensagens de texto, Internet e aplicativo, as igrejas podem dizer que chegaram no século 21, afirma o site da empresa.
    “Sendo uma igreja de tamanho médio, não podíamos pensar em ter um aplicativo por causa do custo que isso gera… No entanto, nossa igreja está cheia de jovens e eu sabia que precisávamos de algo assim”, explica o pastor Shan Smith da Igreja Cristã Ágape. “Esses serviços online, os membros de nossa igreja poderão agora manter-se informados de todas as atividades da igreja em seu telefone. Além disso, eu posso enviar a eles versículos e meditações diárias através de mensagem de texto”, concluiu.
    Depois de anos servindo ao mercado de igrejas com diferentes serviços na área de software, a BGW lançou www.yourmobilechurch.com em janeiro deste ano, entendendo que muitas pessoas por um motivo ou outro não vão ao culto no domingo mas mesmo assim saberão o que está acontecendo e poderão participar da igreja de maneira “virtual”.

    Traduzido e adaptado de Christian News Wire pelo Gospel Prime

    Dia do Orgulho Geek: porque todos somos nerds

    Publicado originalmente no hypescience

    Você sabe que dia é hoje? O Dia do Orgulho Geek, ou Dia do Orgulho Nerd (“geek” é o termo em inglês para o “nerd” mais ligado a tecnologia).

    E como todo nerd que se preze, a data escolhida para celebrar o direito de ser geek é o dia da première do primeiro filme da série Star Wars, o Episódio IV: Uma Nova Esperança, que ocorreu em 25 de maio de 1977.

    Criado na Espanha e comemorado desde 2006, o Dia do Orgulho Nerd se espalhou rapidamente pelo mundo todo por seu apelo francamente atrativo: todos somos nerds.

    E não adianta negar. A palavra “nerd” vem muitas vezes acompanhada de certos preconceitos e estereótipos, e por conta disso algumas pessoas se apressam em fugir da definição. Mas, se formos pensar bem, lá no fundo, nem que seja bem no fundão, todos somos um pouco nerds.

    Então, em homenagem a todos nós, lançamos a série “Dia do Orgulho Geek”, com artigos temáticos divertidos. Prontos para comemorar?

    Existe um geek dentro de todos nós

    Geração Y ou Millennials. Ou seja, nós, queridos jovens de 18 a 34 anos. O que a gente mais quer? Fácil de responder: tecnologia, tecnologia, tecnologia. Smartphone, iPhone, iPad, HDTV, GPS, tudo que puder tornar nossa vida mais fácil/melhor.

    Com isso estabelecido, volto a perguntar: o que os nerds querem? Pois é. Se “obsessão por tecnologia” for um fator para ser considerado nerd, já era! Ninguém escapa.

    Por conta do Dia do Orgulho Geek, a empresa de tecnologia Modis realizou um estudo nos EUA sobre “atitudes nerds”. Dos 1.008 americanos acima de 18 anos que responderam a pesquisa, 17% se identificaram como “geeks”, afirmando serem viciados em tecnologia ou relacionados a ela de alguma forma.

    Para tudo! Se dependência de tecnologia for um critério geek, a maioria de nós se qualifica, certo? Quer tenhamos admitido, quer não. Afinal, a mesma pesquisa concluiu que 70% de todos os participantes têm dificuldade em passar um dia inteiro sem um de oito dispositivos, incluindo computador, smartphone e MP3 player.

    Você também com certeza já passou um dia inteiro na internet, passa mais tempo “conectado” do que “desconectado”, usa seu celular em momentos inapropriados (como no banheiro ou na mesa de jantar), etc.

    Claro que o uso da tecnologia já não é privilégio do reinado absolutamente e verdadeiramente geek. Uma pesquisa do ano passado revelou que nove em cada dez brasileiros têm pelo menos um celular. A ANATEL (Agência Nacional de Telefonia) informou que 97,96% de nós possuem telefone móvel. Aposto que esse ano já existe mais celulares do que pessoas no Brasil.

    Somos de longe a geração mais “tecnológica” que já existiu. Julgamos as pessoas por suas tecnologias, temos dificuldade em ficar longe das nossas, etc.

    Então, pode ser que nesse mar todo de nerds, alguns verdadeiramente geeks se destaquem. Os nerds autoproclamados, por exemplo, são totalmente conectados, mas adoram mídia antiga.

    Segundo a pesquisa da Modis, 71% dos nerds disseram que caneta e papel são os itens que seriam mais difíceis de ficar sem por um dia (contra 60% de “não nerds”). O computador é o segundo item mais valorizado (58% dos geeks acha isso contra 29% do resto dos participantes), em seguida do carro e café ou chá de manhã.

    Apesar de tudo isso, a mentalidade “geek” e a mentalidade geral da população estão se tornando bem próximas. Por exemplo, qual seria o evento mais estressante para um geek e para uma pessoa não nerd? Perder a carteira é a resposta de ambos.

    Alguns estereótipos permanecem, no entanto. Para os geeks, o próximo evento mais estressante seria a perda de arquivos em seu disco rígido. Para os outros, seria o rompimento de um relacionamento. E quase duas vezes mais nerds (38 versus 20%) ficariam bravos se perdessem seu smartphone, assim como são mais propensos a mexer com aparelhos enquanto dirigem (45 versus 30%).

    Ainda assim, vai dizer que não tem um pouquinho disso tudo em você, pessoa que não se considera nerd? Tudo bem. Você não precisa. Nós, os orgulhosamente nerds, vamos comemorar esse dia! Parabéns para nós![LiveScience, Wikipedia, OPopular]

    O curioso caso do logo da Apple de ponta cabeça


    POR - RODRIGO GHEDIN para o Gizmondo 

     Joe Moreno passou nove anos trabalhando na Apple durante a era de Steve Jobs. Hoje, ele escreve sobre um detalhe que irritou Jobs por um bom tempo: o problema com o logo de cabeça para baixo da Apple.
    Às vezes, mesmo a ciência e os estudos podem estar errados. Não por um erro propriamente dito, mas porque você não foi fundo o suficiente na questão.
    Há pouco mais de dez anos, tivemos algumas discussões na Apple sobre a colocação do logo na tampa dos notebooks da empresa. Como você pode ver nesta cena de Sex and the City, o logo da Apple está de cabeça para baixo quando a tampa fica levantada.
    A Apple tem um sistema interno chamado “Podemos Conversar?”, onde qualquer funcionário pode levantar questões sobre praticamente qualquer assunto. Então nós perguntamos, “por que o logo da Apple aparece de ponta cabeça nos notebooks quando a tampa está levantada?”
    Fomos informados pelo grupo de design da Apple, que leva questões sobre interfaces humanas muito a sério, de que eles haviam estudado o posicionamento do logo e descoberto um problema. Se ele fosse colocado de forma que ficasse correto quando a tampa estivesse levantada, ele ficaria invertido com ela abaixada do ponto de vista do usuário. (Se você estiver usando um notebook da Apple feito nos últimos oito anos agora, feche a tampa e você verá que o logo da Apple fica ao contrário do seu ponto de vista, mas na posição correta quando ela está aberta.)
    Por que estar de ponta cabeça da perspectiva do usuário era um problema? Porque o grupo de design percebeu que os usuários constantemente tentavam abrir o notebook do lado errado. Steve Jobs sempre focou em prover a melhor experiência possível ao usuário e acreditava que era mais importante satisfazê-lo do que aos espectadores.
    Claro que, depois de alguns anos, Steve voltou atrás em sua decisão.
    Tentar abrir um notebook pelo lado errado é um problema que se auto-corrige e que toma apenas alguns segundos do usuário. Por outro lado, ver o logo de ponta cabeça é um problema que permanece indefinidamente.
    Republicado com a permissão de Joe Moreno.

    Está se sentindo sem tempo? Talvez o problema esteja no excesso de tempo livre

    Você vive reclamando que a sua vida está uma correria? Um novo estudo mostra que, talvez, o problema esteja justamente no excesso de tempo livre – ou no fato de você não estar sabendo usá-lo para fins realmente importantes.
    Já falei aqui sobre como a percepção do tempo é algo subjetivo e depende de muitas variáveis (Por que às vezes o tempo voa e outras vezes se arrasta?). Agora, um estudo de Cassie Mogilner, especialista em percepção do tempo da Universidade de Wharton, na Pensilvânia, sugere outro fator que influencia isso: quando nos ocupamos em tarefas altruístas, temos a sensação de que o tempo está correndo mais devagar.
    Para o estudo, Mogilner e colegas das universidades de Harvard e Yale interromperam mais de 200 alunos em uma aula e pediram que completassem diferentes tarefas por cinco minutos. Alguns tinham que riscar a letra “e” em páginas de texto, o que representou, para os cientistas, uma tarefa de desperdício de tempo. Outros tiveram que escrever uma carta para animar uma criança gravemente doente.
    Depois, cada um teve de responder perguntas que envolviam a sua percepção do tempo futuro. Resultado: quem escreveu a carta (ou seja, se empenhou em uma atividade generosa e altruísta) foi mais propenso a concordar com afirmações como “meu futuro parece infinito para mim”, indicando a sensação de uma passagem do tempo mais lenta.
    Você deve estar pensando: “é, mas o tempo provavelmente correria de um jeito diferente para mim se eu também tivesse que ficar riscando a letra ‘e’ em um texto”. Para não restar dúvidas, os pesquisadores fizeram outro teste em que a tarefa de desperdício de tempo era prazerosa.
    Neste, um grupo de voluntários teve um período de tempo livre para fazer o que quisessem, enquanto o outro teve de usar o tempo para fazer algo em benefício de alguém. O resultado foi o mesmo, com um adicional: o grupo dos altruístas reportou ainda um senso de poder pessoal e eficácia maiores que o outro.
    Para terminar, foi feito mais um teste, similar ao primeiro: estudantes foram interrompidos durante a aula e informados de que teriam de ajudar um aluno com dificuldades, editando um texto que seria enviado para a faculdade em que estava tentando entrar. Mas só parte deles fez isso. Os outros foram informados na última hora de que a ajuda não seria mais necessária e estavam, portanto, livres para fazer o que quisessem com o seu tempo extra.
    Depois, eles tiveram que descrever sua percepção do tempo, dizendo quantos minutos acharam que haviam tido (seja para ajudar o aluno, seja para gastar com o que quisessem) e quanto tempo estavam dispostos a comprometer ajudando outros.
    Os que haviam ajudado a editar o texto não só acharam ter tido mais tempo para a tarefa do que aqueles que ficaram fazendo outras coisas, como também estavam mais dispostos a usar do seu tempo de lazer em favor de outros na semana seguinte.
    Menos é mais
    Sim: ironicamente, aqueles que desfrutaram de mais tempo livre manifestaram a sensação de ter tido menos tempo disponível.
    Cassie Mogilner acredita que ajudar os outros tenha feito com que os voluntários sentissem que podiam realizar mais em menos tempo (os testes mostraram que eles de fato se sentiam mais eficazes), e isso parece esticar o tempo em nossas mentes.  Já tentou fazer um teste parecido com os dessa pesquisa para ver se funciona?




    Raciocínio lógico pode afetar fé em Deus, diz pesquisa

    O "ministério da cultura" adverte: contemplar a escultura "O Pensador", do francês Auguste Rodin (1840-1917), pode fazer com que você fique menos religioso.

    A frase soa como loucura, mas esse é um dos achados de um estudo que acaba de sair na revista "Science".

    Trata-se, na verdade, de um caso particular de um fenômeno mais amplo: aparentemente, levar as pessoas a pensarem de modo mais "racional", por meio de influências sutis (como a exibição da célebre imagem do homem refletindo), reduz as tendências religiosas dos sujeitos.

    A pesquisa é assinada por Ara Norenzayan e Will Gervais, da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), que estão entre os mais destacados estudiosos da psicologia da religião.

    Eles partiram de uma hipótese apoiada por outros estudos, segundo a qual pessoas religiosas preferem usar a intuição ao processar dados, enquanto os não religiosos usam o raciocínio detalhado.

    Luciana Whitaker/Folhapress

    Exposição a imagens de 'O Pensador' e verbos como 'ponderar' faz as pessoas se declararem menos religiosas
    Os religiosos, por exemplo, acabam caindo com mais facilidade em "pegadinhas" lógicas, independentemente de seu QI ou nível educacional.

    A dupla de pesquisadores combinou esse dado com uma técnica comum de psicologia experimental, o chamado "priming", que envolve o uso de um estímulo prévio para "preparar" a mente do participante de forma a reagir de certa maneira.

    Sabe-se que o "priming" funciona em contextos educacionais. Se alunos de uma escola da periferia leem, antes de uma prova de ciências, sobre garotos pobres que se tornaram grandes cientistas, tiram notas melhores.

    No estudo canadense, dezenas de voluntários tinham de realizar tarefas, metade das quais poderia levar a um "priming" do pensamento analítico, enquanto a outra metade era neutra.

    Sabe-se que até ler um texto com letras miúdas pode favorecer a ativação desse tipo de raciocínio.

    Os voluntários que fizeram as tarefas "analíticas" tiveram menos propensão a se declarar religiosos depois.

    Para os pesquisadores, um motivo possível para isso é que a religiosidade depende de processos mentais intuitivos, como detectar "personalidade" no mundo -mesmo em contextos inanimados, como a natureza, o que levaria à crença em deuses. O raciocínio analítico poderia bloquear isso

    F5

    Sites pornográficos apresentam menos riscos de vírus do que os religiosos

    Especialistas em hardware sempre orientaram os internautas a não acessarem sites pornográficos para evitar problema de vírus no PC, mas agora isso deve mudar. Pois os sites que eram considerados um perigo para a saúde do seu sistema operacional, agora, são os religiosos. Sites eróticos têm menos de 1/4 de ameaça encontrados nos sites religiosos
    A descoberta foi divulgada pela revista Galileu, depois de um relatório divulgado pela empresa de segurança da internet Symantec ter revelado que endereços de conteúdo erótico possuem, em média, 25 ameaças ao usuário contra 115 de sites destinados a difundir doutrinas e crenças religiosas.
    A maioria das ameaças nesse tipo de site é de antivírus falsos, o que, de acordo com o documento, é ainda mais nocivo, pois a pessoa acha que está protegida, quando na verdade está vulnerável a todo tipo de ataque.
    O relatório também apontou a queda de 20% do número de spams, graças ao fechamento de uma rede russa dedicada às mensagens indesejadas.

    Publicado originalmente no Tecnosfera 

    Compartilhar é Religião

    Compartilhamento é coisa séria! Pelo menos é isso o que a galera de uma igreja sueca The Church of Kopimism (a igreja da Cópia) pensa.  Eles acreditam que a a informação éo que tem de mais sagrado, e por isso, compartilhar é uma divindade. O símbolo divino deles adivinha qual é? O CTRL + C e o CTRL + V!


    Até que faz sentido. Afinal de contas, o compartilhamento salva você todos os dias, principalmente em épocas de prova. Além disso informação é algo vital e básico em qualquer sociedade, e compartilhá-la pode ser um ato de altruísmo, que ajuda o mundo a ser mais democrático.


    Eles acabaram de ser oficializados como religião la na Suécia e aqui no site deles você pode ver mais sobre essa interessante filosofia do século XXI.


    Via Adnews

    Se você morrer quem vai saber da suas senhas online?

    Que título mórbido não?


    Todos nós temos contas de email, redes sociais, e todos os tipos de sites que, em alguns casos, as contas podem ser de muito valor. O problema com isto é que em caso de morte, todas as nossas contas e senhas vão para a sepultura com a gente.


    Então, eu quero recomendar um site chamado PassMyWill que caso você passe desta para melhor, em seguida, ele enviará as suas senhas para o email de quem você indicar.


    Mas agora você deve estar estar se perguntando como o serviço descobre se você realmente morreu? Eu explico:


    Uma vez configurada a conta, o site é fica responsável pelo acompanhamento da nossa atividade das nossas contas em redes sociais como o Facebook ou Twitter, e se detectar que por um certo tempo não há atividade, ele nos enviar um email para “confirmar se estamos vivos”. No caso de não receber nenhuma resposta ele considera o usuário morto e envia suas senhas para as pessoas designadas.


    Parece um serviço besta, mas você já parou pra pensar em quem vai cuidar da sua vida online depois que você bater as botas?

    anderssauro

    Ser feliz faz mal para você



    Pra começar, os felizes realmente morrem antes — isso porque são mais propensos a cair em comportamentos de risco, como beber demais, comer demais, usar drogas demais e se preocupar de menos com os perigos que tudo isso representa. O raciocínio também é afetado pela felicidade: o pensamento das pessoas felizes é menos sistemático, e elas são menos atentas aos detalhes — por isso, tendem a fazer julgamentos mais rápidos, e potencialmente errados. Os alegrões também são mais fáceis de enganar — em 2 estudos, voluntários mal-humorados detectaram mentiras mais facilmente do que os bem-humorados.
    A felicidade mexe com o bolso, também. Em um outro estudo, conta o Washington Post, voluntários que tinham se declarado muito satisfeitos com a vida em uma primeira entrevista tinham, 20 anos depois, salários menores (cerca de $3.500 anuais a menos) do que os participantes apenas satisfeitos. Por quê? Muitos deles tinham parado de estudar antes. Ah, outra coisa que pode influenciar a trajetória profissional: as pessoas muito felizes tendem a ser menos criativas. A alegria também deixa as pessoas mais egoístas (tendo que dividir bilhetes de loteria entre eles mesmos e colegas de estudo, voluntários pegavam mais para si próprios do que as pessoas tristes) e menos eloquentes (os argumentos dos felizes são mais fracos).
    Ou seja, meus amigos: quando bater a deprê, vocês podem lembrar de tudo isso, ver que até a tristeza têm seus benefícios e… Ficar felizes! Aliás… Ops. É, viver é difícil.

    Zuckerberg não esta triste com os brasileiros do Facebook

    Os criadores de mensagens falsas no Facebook voltaram a atacar. A matéria-prima da vez é o próprio criador do serviço, Mark Zuckerberg, e envolve os usuários brasileiros da rede – grupo que caminha para assumir a segunda posição no site, atrás apenas dos americanos. Aos desavisados, cabe esclarecer: Zuckerberg não falou mal dos brasileiros.
    O texto que circula pela rede reproduz uma hipotética entrevista de Zuckerberg à rede de TV CNN. No texto, ele explicaria por que não cede a uma pressão de usuários brasileiros: a introdução no Facebook de gifs animados – sequência de imagens que cria uma animação simples, em geral usada de forma bem-humorada.
    “Segundo Mark Zuckerberg, se o Facebook abrir espaço aos gifs, o compartilhamento entre os usuário (sic) brasileiros  ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas, se mexendo, com mensagens de carinho e amor”, diz o texto.
    Os brasileiros podem relaxar. Não, o Facebook não permitirá a publicação de gifs animados. E, não, Zuckerberg não está triste conosco.

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